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BLOG DO DR. GORI


 
 

LONDON´S BURNING

 

london

 

Não dava pra ser outro título.

O preço do mundo ter se tocado só agora que estamos em uma nova época tem sido alto. E, prestes a comemorarmos dez anos do 11 de setembro,  estamos assistindo ao declínio do ocidente dois lados do Atlântico, num processo que ganhou força a partir da crise econômica de 2008. Esse preço é alto.

Quando eu tinha uns 10 anos de idade, idade do meu filho hoje, as mazelas mundanas mais horripilantes eram a fome na África, a ameaça nuclear, uma crise sócio-econômica na Inglaterra de Miss Tatcher e nos EUA de Reagan. No meio disso tudo ainda havia uma instabilidade bélica provocada pela Guerra Fria e a intolerância étnico-religiosa se espalhava por todo o globo. Pelo jeito o quadro não mudou muito.

Só que antes a percepção que eu tinha era que alguém se importava. Hoje não. A fome na África é apenas uma notícia que não comove ninguém. O resto do mundo parece achar que a ameaça nuclear é problema apenas dos japoneses, e a instabilidade econômica parece ser coisa de outro planeta, pois o consumismo ‘até o talo’ já parece fazer parte do cotidiano das pessoas, e isso parece não importar muito.
“Estamos em crise, então vamos consumir que a crise passa".

E as guerras? Ninguém mais se importa ou sabe explicar como elas começaram ou porque ainda continuam, desde que façam a máquina funcionar. A intolerância agora também é pautada pela mídia, só que de forma canhestra, pois provoca mais intolerância ainda. E daí assistimos todos os dias marchas disso e daquilo por direitos básicos enquanto os movimentos de direita e ultradireita se reorganizam, aproveitando o mesmo mote da liberdade de expressão.

Ah, sim, agora entendi. Francamente, tô vendo muita coisa ir pro buraco e tô descrente.

Qual é o preço disso tudo? Continue aí parado que logo logo você vai saber.

 



Categoria: COLUNAS ANTI-SOCIAIS
Escrito por Hate&Whisky às 18h29
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DROGAS, AMY!

amysdead

1983 - 2011



Escrito por Hate&Whisky às 14h21
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FUCK YOU



Escrito por Hate&Whisky às 09h54
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DIEGO EL KHOURI

Nas minhas últimas andanças que eu fiz por diversas galáxias acabei conhecendo, por indicação do bruxo Diego de Morais, o zineiro Diego El Khouri. O cara está a frente de uns projetos bacanas e deu essa entrevista aqui pra Fanzinoteca Mutação [http://fanzinotecamutacao.blogspot.com/]. 

1 - Poesia em fanzines são tradicionais no Brasil, não?

DK: Os primeiros fanzines sempre foram voltados pra ficção científica. Inclusive no Brasil um dos primeiros fanzines pertencia a um clube que se chamava Intercâmbios Ciência-Ficção Alex Raymond, de Porto Alegre . A tendência desse tipo de mídia era essa mesmo. Até porque a ficção científica era encarada de forma torta, como uma sub arte, o que propiciou o surgimento de vários folhetins alheio a mídia convencional. Com a intensificação da cultura alternativa, surgimento de novos artistas, a contracultura e todos movimentos que surgiram, principalmente no fim dos anos sessenta, culminou no boom de produções alternativas atingindo seu auge na metade da década de 80. Mas a intenção quando se trata de algo que não é preso nem moldado nas regras pré estabelecidas é diversificar a coisa. Foram surgindo idéias, pensamentos, visões diferentes, momentos em que a linguagem principal nos zines eram as HQs, outros momentos em que eram as bandas de rock que perambulavam em quase todas as páginas contraculturais e também épocas de produções voltadas pra política sempre com um olhar anarquista. Então, por que dentro de todas essas abordagens a poesia não teria seu espaço, não teria sua voz? Agora posso falar de minha época, de meu tempo . Além de produzir tenho acompanhado muitos fanzines Brasil todo. Vejo uma diferença sutil na forma de falar de determinados temas, mas a função é a mesma. O underground hoje quer se expressar de forma politizada, porém agregando várias maneiras de atingir “os demônios da dominação”. Hoje em um único zine você vê, poesias, contos, entrevistas, textos teóricos, manifestos, mesclando todas as facetas da arte num único material. O compromisso com o fanzine é simplesmente com a liberdade de expressão, luta social e conscientização do pensamento humano. Existe uma galera muito boa produzindo arte de qualidade no Brasil todo. Basta abrir os olhos e “as janelas da alma”.


2 - Como é o processo de criação dos seus fanzines, com as colagens e tudo mais?

DK: Meu processo é contra o sono, o marasmo e o pensamento reacionário. Arte tem que fugir do lugar comum e da mesmice. O fato de não poder dormir é uma alegria e uma tragédia ao mesmo tempo. É através do não dormir que surgem as idéias, os tormentos e principalmente os pesadelos. Algumas pessoas temem o pesadelo, procuram fugir de sua dor, usam máscaras,se policiam, roubam ar alheio. Como não durmo meu pesadelo é o real, a centelha divina que me foi negada. Produzindo meus desenhos e quadros, trabalho minha psicologia visual e com ela transfiro para a linguagem do zine. Meu único compromisso é com a arte. Independente de qual seja. Produzo portanto meus fanzines durante as madrugadas solitárias, o frio escuro da noite, e o processo é baseado na forma clássica. Colagens, figuras desconexas, entrevistas, poesias, contos, delírios poéticos, sacanagens e por aí vai. Tanto o Molho Livre quanto o Cama Surta é dessa forma. Em ambos o que muda é a temática. Apenas isso. Mas algo irá mudar. O bom do fanzine é a metamorfose. “Somos tântalos na busca insaciável” como digo num texto. Meus zines são totalmente manuais e não procuro seguir uma forma rígida e contínua. Cada edição é um mergulho diferente, um novo desbravamento, a busca do diferente, do estranho, pelo olhar não familiar. Na constatação filosófica de Schopenhauer a arte opera como uma espécie de redenção e só nela reside a felicidade total. Se eu conseguir ultrapassar as portas que fecham a mente humana terei realizado meu objetivo.


3 - Como é a sua relação com os blogs e os zines xerocados?

DK: O blog Molho Livre é uma viagem totalmente diferente do zine impresso. Não desmereço nenhum nem o outro. Cada um forma o quebra-cabeça que compõe minha identidade, formam o conjunto de minha obra. Costumo dizer que pra me conhecer a fundo é necessário conhecer minha arte. É onde me desnudo todo sem pudor algum. Mesmo essa raiva por muita coisa que me cerca eu continuo resoluto em minha jornada. É como um maníaco obsessivo atrás de sua vítima. Trago comigo inúmeras cicatrizes na alma e cada corte é um verso que transponho para o papel. Portanto o blog é um livro em andamento como o zine. A maior diferença seja a quantidade de trabalhos. O blog é superior nisso, pois todo dia praticamente coloco texto novo e o zine xerocado é de acordo com meu orçamento. Eu sou um daqueles seres bárbaros que sempre lutarão para o fanzine impresso existir.


4 - Ainda distribui os zines pelo correio e nas ruas da cidade?

DK: No meu primeiro fanzine que se chamava Vertigem eu distribuía em shows de rock, de mão em mão e via correio. Descobri que só os que eu mandava pelo correio eram lidos. As pessoas às vezes nem olhavam para o material e jogavam fora. Nem pra limpar a bunda com meu zine (risos). Glauco Mattoso, grande mestre, me mostrou também a importância de direcionar seus leitores. Não acho ruim de forma alguma ser criticado. O que eu não entendo é as pessoas antes de lerem, rasgarem e jogarem no lixo. Mas, tranqüilo. O lixo é o receptáculo da poesia... (risos).


5 - E quais zines você edita atualmente?

DK: Eu edito o Cama Surta, que costumo definir como “folhetim coprofágico filosófico desimportante” ou cagatório de experimentos” e o Molho Livre. O negócio é produzir sempre! Mas como uma das características do fanzine é união, volta e meia poemas de minha autoria vão aparecendo em outros zines e blogs. É como uma teia onde as idéias se abraçam e viram colo. E além disso quero retornar a produzir o Vertigem e tem mais um outro fanzine em vista.


6 - E o Coletivo Zine?

DK: O Coletivo Zine surgiu da mente visionária do zineiro e amigo Wagner Teixeira do Anormal zine. É como uma teia onde as idéias se abraçam e viram colo. O blog está aberto pra quem tiver afim de participar.


7 - Tem descoberto muitos novos fanzines e fanzineiros?


DK: Claro. Só pra ter idéia, produzir fanzines me levou no final de 2010 para o Rio de Janeiro. Eu que sempre fiquei perdido e esquecido nas paisagens bucólicas de um interior do estado de Goiás me vi lançado no caos urbano desenfreado. Lá conheci vários fanzineiros pessoalmente. Alexandre Mendes, Winter Bastos, Fabio da Silva Barbosa, Eduardo Marinho e Wagner Teixeira. Há outros fanzineiros que conheço através de encomendas via correio e pela internet. Sinto os cacos se juntando.


8 - Você mantém contato com os fanzineiros tradicionais de Goiânia, como Márcio Jr, Oscar F. e a Flávia?

DK: Eu sou o filho da exclusão. É como se meus olhos estivessem roídos e do meu peito jorrasse sangue. Uma metáfora bem propicia para explicar o sentimento de bandido coagido que sinto em meu meio. Não conhecia nenhum fanzineiro em Goiania e com o advento da internet fui conhecendo muita gente de fora. Nos saraus de poesia que eu participava eu era visto como um lobo obscuro ou o filho do demo. As pessoas se chocavam com minha presença. Todo lugar que eu entrava saía deixando uma interrogação na cabeça das pessoas. É preciso sair de dentro de si mesmo para se conhecer, da mesma forma que é preciso sair de seu ninho pra conhecer sua casa. Chegando do Rio de Janeiro a primeira coisa que vi em minha casa foi um envelope que continha alguns exemplares do Fragmentos de Pensamentos ou Pensamentos Despedaçados de Ivan Pedro, um cara de Goiânia que mandei o Cama Surta por correio. Até o presente momento, mesmo estando perto, nos comunicamos apenas através de internet e correio. Soube recentemente que a loja Hocus Pocus, que vende artigos underground em Goiania, desde os anos 80 ajuda na divulgação de zines, até parte do Xerox financiam. Agora estou fincado mais em minhas raízes participando de movimentos e tal. Quero que alguma coisa se arrume.


9 - Quais as suas expectativas poéticas e zineiras para 2011?

DK: Publicar meu primeiro livros de poesias, continuar produzindo meus zines e expondo meus quadros. Um beijo certo no destino.



Escrito por Hate&Whisky às 20h22
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GERAÇÃO "T"

 

A geração "T" sabe tudo que acontece, mas permanece incapaz de analisar, comparar e julgar
Por Luciano Pires

Meu amigo Patrick é francês e vive no Brasil há anos. Tem uma visão crítica da forma de ser do brasileiro em comparação a outros povos, especialmente os europeus. E eu me divirto com ele. Recentemente, presente a um desses eventos badalados que tratam de redes sociais, ele me ligou para descrever o público. Jovens, muito jovens, com seus iPads e iPhones, tuitando furiosamente enquanto assistiam às palestras de dezenas de especialistas. Ao final da palestra, invariavelmente o apresentador dizia:

- Alguma pergunta? Silêncio. Ninguém. Nada. E assim foi, de palestra em palestra. Ninguém nunca perguntava nada. O Patrick então disse que aquela era a geração T. Tê de testemunha: “Sou testemunha de tudo, mas não tenho opinião sobre nada.”

É isso mesmo que tenho visto por aí: a geração T dominando os espaços e dedicando-se à única coisa que consegue fazer: contar para os outros o que viu. Ou no máximo, repetir a opinião de terceiros, enquanto permanece incapaz de analisar, comparar, julgar e de emitir opiniões.

Mas sabe o mais louco? A “geração T”, diferente das outras gerações, parece não ter um período definido. Não é composta exclusivamente de gente que nasceu entre o ano x e o ano y... É claro que a quantidade de jovens é muito grande, mas ela generosamente engloba gente nascida desde 1950...

Em minha palestra “Quem não se comunica, se estrumbica” falo de um estudo que mostra que nos 40 mil anos que se passaram desde o momento em que o homem desceu das árvores até inventar a internet, a humanidade produziu 12 bilhões de gigabytes de informação, algo como 54 trilhões de livros com 200 páginas cada. Agora veja esta: somente no ano de 2002 produzimos os mesmos 12 bilhões de gigas! Geramos num ano o mesmo que em 40 mil anos... Em 2007 foram mais de 100 bilhões de gigas! E em 2012 serão alguns trilhões! Produzimos informação numa velocidade cada vez maior enquanto inventamos traquitanas que tornam cada vez mais fácil acessar essas informações. Mas de que adianta ter acesso às informações se não temos repertório para dar um sentido à realidade?

O resultado é a geração T, que sabe tudo que acontece, mas não tem ideia do por que acontece. Entrega-se à tecnologia de corpo e alma, como “vending machines”, aquelas máquinas automáticas de vender refrigerantes em lata, sabe? Distribuidores de conteúdo de terceiros, focados no processo de distribuição, mas sem qualquer compromisso com o conteúdo distribuído.

Nada a estranhar, afinal. Querer que as gerações que saem de nosso sistema educacional falido conheçam questões conceituais, paradoxos, tradições, estilos de comunicação, relações de causa e efeito, encadeamento lógico dos argumentos e significados para poder exercer o senso crítico é demais, não? É mais fácil e menos comprometedor simplesmente contar para os outros aquilo que ficamos sabendo.

A geração T não consegue praticar curiosidade intelectual, só a curiosidade social. Tentei achar um nome para esse fenômeno e acabei concluindo que só pode ser um: fofoca.

A geração T é a geração dos fofoqueiros. E você é testemunha.

 



Categoria: COLUNAS ANTI-SOCIAIS
Escrito por Hate&Whisky às 11h37
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LEITURA & AÇÃO: TIO BUK

buks

Saudações terráqueos, estou de volta a esse planeta.

 

Na minha ausência desse mundo virtual conquistei outras galáxias, mas trago na minha bagagem agora coisas como um belíssimo show do Motorhead, uma nova banda o filme do Thor, filme em que, pra variar, mais uma vez o vilão rouba a cena.

 

Conquistar mundos não é mesmo para amadores. Mesmo sendo um,  volto para casa e encontro na minha caixa postal cds, fanzines e até filmes pornográficos brasileiros amadores do início da década de 90. Muito massa!

 

Não deixei esse lixo de blog de lado à toa, mesmo que me muitas vezs a vontade era acabar com tudo, como comentei com o Blob, mas chega a hora que a gente tem que dar um rumo na vida. Isso também é massa e importante.

 

Acho muito massa, quando todo mundo fala, “Heavy, lança logo outro Doutor Gori”, mas acho canseira quando ninguém se propõe a judar. Tá bom, eu escolhi fazer isso, e aindo toco em duas bandas. Uma por enquanto só ensaia e a outra é já conhecida e infame “Os Canalhas”.  Enquanto isso, vou lendo  o tio Buk, o velho e bom Machado, encontrando belas garotas e ouvindo Slayer.  No meio disso disso tudo, busco inspiração para novas incursões no planeta Terra.  Será que precisa?

 

Obrigado mesmo a todo mundo que continua acessando isso aqui. Espero que em breve  eu tenha mais noticias toscas nisso aqui.

 

Continua...



Escrito por Hate&Whisky às 23h23
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GENTE CHEIA DE ESTILO II

Meu trampo é muito massa.

Além de trabalhar só meio período, ainda tenho o prazer de conviver diariamente com gente de toda sorte. Entre outros jornalistas, e pessoas que eu assisto desde moleque na televisão e no rádio, ainda convivo com picaretas de marca maior da comunicação goiana, políticas e muitos artistas. Sim, muitos artistas.

Duplas sertanejas iniciantes e consagradas, cantores evangélicos, roqueiros, funkeiras e outros tipos que habitam os programas de auditório regionais e as rádios AM.

Mas de vez em quando recebemos também estrelas de vulto nacional. Dia desses estava eu no plantação da redação, e vejo um corre-corre pelos corredores. Intrigado, fui saber o motivo de tamanho alvoroço. Saio da sala e me deparo com ninguém menos que a Gretchen! Sim, a rainha do rebolado acompanhava um coral de crianças evangélicas, em que ela estava, Gretchen, era a regente.

Imagina só, a musa do Piripiri, que depois de levar um sopapos do Wagner Montes e fazer um pornô ruim, de repente arrumou um trouxa em Goiânia, virou evangélica e regente de coral infantil. Durante a gravação do programa ela disse que “de agora em diante queria se dedicar a coisas diferentes na carreira”.

Um amigo meu me perguntou se ela ainda era gostosa. Eu respondi que fiquei com vontade dar um tapa na bunca dela. Classe.

Ontem , novo corre-corre. Mas uma vez fui investigar quem era a personalidade que mais uma vez deixava a galera excitada. Adentro o estúdio e dou de cara com a Mulher Pêra! Meus Deus, as dançarinas que a acompanham são muito mais gostosas do que ela.

De repente ela sobe no palco, com um auditório em extase, ela canta seu “mais novo sucesso” e depois o apresentador revela que está lá para divulgar sua mini tour goiana. Ontem cantou na Chácara do Japonês, hoje toca em Senador Canedo, e amanhã, domingo, no Pesque-Pague Chão de Estrelas. Muita classe!



Escrito por Hate&Whisky às 10h10
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ZOMBEER



Escrito por Hate&Whisky às 20h31
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MÁFIA CULTURAL, ISSO SIM!

 

lei

 

Acabei de ler um texto da atriz Fernanda Torres intitulado “Os Demônios”.  A peça foi publica no site do Observatório da Imprensa e, no texto, a global tece loas à iniciativa de Maria Bethânia, que associada ao pé-no-saco do Hermano Viana, tentava garantir quase 2 mangos para publicar um blog de poesias às custas de dinheiro público. Lá pelo meio do texto ela entrega o ouro revelando o porque de sua indignação. Uma produtora associada a ela e à sua mãe, a também atriz Fernanda Montenegro, não consegue patrocínio para tocar um projeto adiante porque não foi beneficiada com a boquinha estatal.

Por estas terras goianas tem acontecido a mesma coisa. Produtores culturais e artistas que se acostumaram por muito tempo a produzirem festivais de música, teatro e cinema, gravar cds etc., com dinheiro das leis de incentivo goiana, de repente se viram traídos pela gestão atual da pasta da cultura. Gente que eles indiretamente nomearam para o cargo. 

Como as personagens principais dessas reivindicações não podem mais se manifestar contra o governo, pois possuem cargos dentro da Agência de Cultura, se valeram mais uma vez do expediente da massa de manobra, e na semana passada tivemos a “grande passeata por políticas públicas de cultura”, onde o mote era a união dos trabalhadores da área cultural pelo direito de fazer cultura e também que cultura é prioridade e gera emprego.

Que é prioridade eu concordo. Mas gera emprego pra quem? A grande passeata só tinha umas 100 pessoas, que foi inflacionada para 200 e dois depois para 500 pessoas. Quem esteve presente disse que só foram os 100 mesmo. Desses 100 dois eu conheço, um é advogado e outro é jornalista. Quer dizer, não trabalham na área da cultura. Hummm, o nevoeiro vai se dissipando...

A justificativa é que esses projetos financiados pelo Estado trazem uma contrapartida social e que geram emprego. Que contrapartida? Aliás, nunca vi contrapartida social, porque os festivais acontecem em locais onde, quem agraciado com tais benesses, não tem condições de ir.

Em momento algum, desde que foi anunciado o corte de metade do dinheiro para os indies estatais fazerem farra, não vi nenhuma manifestação em prol da tal contrapartida social. Até quem é ligado ao Fora do Eixo e Espaço Cubo [estes sim, com um trampo social bacana e consistente, pelo menos no Mato Grosso], não se manifestou de forma diferente. Resumindo, a briga é por dinheiro, não por cultura.

Se alguém duvidar, durante a minha pesquisa para escrever essas palavras chulas achei essa pérola aqui numa página de uma dessas organizaçõs mafiosas: Para além disso, acreditamos que [...] deva ser também uma engrenagem que faça parte de um processo maior, articulando-se com outras instituições, grupos e redes culturais e, principalmente, com o poder público, que percebemos como sendo nosso mais importante caminho para a sustentabilidade econômica [...] por meio do acesso às verbas públicas viabilizadas pelos editais.”  

Como diria o Mazaroppi, se eu tivesse encontrado isso antes, nem teria escrito um texto deste tamanho.



Categoria: COLUNAS ANTI-SOCIAIS
Escrito por Hate&Whisky às 22h56
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ZOMBEER

Depois de muito tocando música tosca eu resolvi compor de novo, por isso me reuni com uns caras doidos aí e montar uma nova banda. O nome dela é Zombeer. Só rolaram três ensaios, brigas, churrascos e muita bebedeira. Mas nos disseram que uma música parecia The Cramps. Eu achei massa. Se rolar a metade disso aqui tá bom demais. Só uma coisa: se for isso mesmo, eu sei que tá muito mais power. O "cover" ou a versão do Cramps é Mean Machine. A banda já nasceu clássica! Só falta a classe pra poder tocar igual.

cramps

Clique aqui para ver o clip http://www.youtube.com/watch?v=-83cmUpKfbk, porque o burro não tá dando conta de colar vídeos.



Escrito por Hate&Whisky às 00h08
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666 DIAS

 caveira

 

Saudações terráqueos,

Em minhas últimas incursões por outras galáxias tive o prazer de ver o universo por outro lado. Entre algumas coisas novas que eu vi por aí, descobri novas formas de auto-destruição. Algumas tão babacas que se tivessem uma trilha sonora merecia ser tocada pelo Kenny G e cantada pela Celine4 Dion. Outras formas são apenas coisas do capeta mesmo, e foram justamente nelas que eu me amarrei. Mas agora essa fase passou. Começou com uma festa e, separado o joio do trigo, terminou com outra festa. Só os “true” ficaram e as coisas estão mais definidas do que nunca.

Desci novamente neste planeta e não vou me alongar muito com esse lenga-lenga. Mas uma coisa que ficou melhor definida (e a mais poser também) na mente maligna do Dr. Gori depois desse período de ausência, pouca produção e algumas gotas de hedonismo, foi o seguinte: remorso e ressaca moral são para amadores!

Nos veremos em breve.

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O desenho aí em é do http://medosketchbook.blogspot.com/



Escrito por Hate&Whisky às 23h16
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VAI COMEÇAR A SAGA

Dessa vez o aniversário da Hocus Pocus tá começando um pouco mais tarde, e vai ter não sei quantas partes, mas sei que tá todo mundo bolando um monte de evento pra comemorar a parada. Por enquanto, certeza mesmo, só esse aqui, que vai rolar daqui a pouco. A gente vai acompanhar passo a passo essa mais essa saga do Junim & Cia.

HP



Escrito por Hate&Whisky às 15h43
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ENQUANTO O MUNDO ACABA...

hc

"A foto em questão só demonstra que a realidade é muito mais do que uma bandana na cabeça ou uma tatto descolada na batata da perna."

Leia o texto inteiro no blog do Licor de Chorume http://licordechorume.blogspot.com/search/label/*Textos



Escrito por Hate&Whisky às 15h19
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SE NINGUÉM FAZ, FAÇAMOS!

zine

Pesquisar, digitar, recortar, colar, diagramar, copiar, montar, dobrar, distribuir. Isso pode parecer algo muito simples quando se tem por perto um computador conectado à internet e uma impressora. Porém, até a metade da década de 1990 para realizar essa tarefa era necessário ter alguns contatos, máquina de escrever, lápis, canetinha, tesoura, cola, dinheiro, grampeador, tempo e muita força de vontade. As redes eram formadas via carta e o processo era muito lento, mas nem por isso pouco energético.

Assim era a vida dos Fanzineiros do Século Passado, que faziam de tudo - até burlar as leis - para fazer circular uma determinada informação. Simplesmente por estarem fartos de tudo que era padronizado, não ficaram apenas observando e engolindo tudo que aparecia: eles foram lá e fizeram.

"Fanzineiros do Século Passado – Capítulo 1: As dificuldades para botar o bloco na rua e a rede social analógica", documentário idealizado, coordenado e dirigido por MÁRCIO SNO
Câmeras MÁRCIO SNO e PATRÍCIA AMITRANO
Assistente de Gravação CALVIN KONNO
Edição MÁRCIO SNO
Trilha Sonora POINDEXTER
São Paulo, Brasil - 2011 - Digital - Colorido - Widescreem Duração 31’14

Assista: Fanzineiros do Século Passado - Capítulo 1



Escrito por Hate&Whisky às 10h03
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(MAU) HUMOR

adao



Escrito por Hate&Whisky às 18h52
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