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BLOG DO DR. GORI

CONTATOS


 
 

HELL´S NEWZ

HAVOK

havok

A banda death metal HAVOK continua divulgando seu cd-demo, “The Ostentation of the Eternal Chaos”, com 4 sons. Segundo os próprios caras, o  som é “puro metal da morte”. R$ 10 em carta camuflada A/C ANDRÉ BRUTALLER. Rua Itapeva, 162, Jardim Cidade I, Salto/SP CEP 13323-081 ou FELIPE WRECKER. Rua Duarte da Costa, 169, Cecap, Salto/SP CEP 13323-314.

 

Resenha: http://www.metalextremo.com.br/2009/05/26/havok/

Contato: http://www.myspace.com/havokdeathbr 

E-mail: havokband@terra.com.br

 

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GUILLOTINE COMPILATION

 

A GUILLOTINE PRODUCTIONS está divulgando a compilação Tunnel of Death, que conta com 18 bandas de todo o país, como o Havok [SP] e In The Shadows [GO], e também o Beneath Utopia [UK]. Segundo Alex Allen, idealizador do projeto, o objetivo é disseminar a cena metal underground em todo o mundo. O cara já está recebendo material para o próximo número do Guillotine Compilation.

 

Contato: www.myspace.com/guillotineprods  

e-mail: guillotine.prods@gmail.com

 

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TERRÖTEN RECORDS

tert

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FORÇA BANGER PARAENSE ZINE #3

 

Zine paraense formato A4, 21 páginas, P&B. Entrevistas com Immolated, Corporal Sores, GS Ruds, Valhalla, Eternal Devastation, Endless Carnage, Embalmed Alive, Mortificy e Apokaliptic Raids, biografias, resenhas de CDs, tapes e zines e um manifesto em prol do real metal. R$ 4 com postagem inclusa. A/C Wendel Sousa. Pass. Aidee, 32B, Castanheira – Belém/PA CEP 66645-435.

 

 

Contato: forcabangerparaense@hotmail.com

 

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DR.GORI # 8

 

O DR.GORI avisa que finalmente começou a escrever a edição # 8. Bandas com material lançado a fim de serem resenhadas tem até o final do mês de agosto para enviar material A/C GIULIANO CABRAL. Rua Montevidéu Qd. 41 Lt. 04 Parque das Nações – Aparecida de Goiânia-GO CEP 74957-410. Contatos neste blog ou giuliano.cabral@gmail.com.

 

Contato: www.myspace.com/doutorgori 



Escrito por Hate&Whisky às 12h07
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RAP OLD SCHOOL

Brown Town Looters/Pueblo Cafe

fin

Ouça: El fin e Come & Hate       www.myspace.com/pueblocafe

 

Fat Joe

fatjoe

Ouça: Coca Baby         www.myspace.com/fatjoe 

 

Rap Goiano

 capa

Ouça: Alca [Testemunha Ocular]       www.rapgoiano.blogspot.com 

 



Escrito por giulianohash às 17h22
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SESSÃO MALVADEZA

CICUTA  www.myspace.com/cicutabr     O som do Cicuta é grosso e despretensioso, uma mistura de influências de seus integrantes que curtem stoner, punk, grunge e garage rock. Loucura, Feiúra, dentadura... é o primeiro registro do trio formado por Fredé (baixo) & Migué (bateria), ex-Hang the Superstars, e Leandro Torreal (guitarra/vocal). O cdzinho é mais um lançamento do selo Two Beers or not Two Beers que, segundo a banda, é o lugar onde "o som ainda pode ser horroroso e divertido..."

DEMOSONIC www.myspace.com/demosonic  Formada em 2004, o intuito do Demosonic é criar diversão à base de microfonias, guitarras distorcidas, bateria esquizofrênica e linhas de baixo melódico. Conseguiram isso em seu primeiro cd-r lançado pela Noize Bixo Records. Experimentalismos em 4 faixas que nos remetem à música eletrônica, Pink Floyd e o punk em sua mais pura raiz. A banda é formada por Ariel (baixo), Hudz (bateria), Helio & Pedro (guitarras & vocals).

ERICK REYS www.myspace.com/erickreys  Trabalho lançado de forma independente por Erick Reys, que já tocou em bandas como Idiotas Superiores, Leigos e The Cretinos. O esquema é tão DIY que o cara além de compor e cantar, ainda tocou violão, baixo e guitarra, com a ajuda de Fernando Simplista e participações de Diego de Morais e Rogério Pafa. O som é influenciado por punk, B-rock, Beatles e Raul Seixas. Pode ir fundo que o cara tem a manha. Destaque para a faixa-título, Memórias e Deus é Triste.

JUST ANOTHER FUCK www.myspace.com/satanicterrorcore     Lançado pela Two Beers, esse trabalho do Just Another Fuck na verdade é uma compilação de tudo o que a banda já lançou em suas diversas formações, até se firmar com Alex (baixo), Brunão (bateria), Patrik (vocal) e Henrique Pazuzu (guitarra). As 35 faixas em 49 minutos de Grindscography traz o mais puro grind/metal ou satanicterrorcore, como os caras preferem definir o seu som. Algumas músicas tem mais de uma versão. Você pode ler uma entrevista com os caras em www.myspace.com/doutorgori.

CxPxD www.myspace.com/chapradoido   Hardcore carioca em estado bruto influenciado pro RDP, DFC, DRI, DZK, Ação Direta, Lobotomia e Slayer. Acho que não precisa dizer mais nada. Lançamento independente e distribuído pela Armadillo Records, Sistema Falido é "um soco na cara dos hipócritas, modistas e alienados de plantão." Os integrantes são Mariete (voz), Léo & Luiz (gutarras), Raphael (baixo) e Rod Arroz (bateria).

INDEXTERITY www.myspace.com/indexterity   Vivenciando o trauma é o quarto trabalho desta banda paulista que já tem um bom tempo de estrada e faz um som que podemos chamar de inovador. O cd segue a linha do hardcore positivo e foi lançado simultaneamente em 3 países: Brasil (Pride & Conviction Recs), Nova Zelândia (El Paso Recs) e Peru (Contraorden Discos). O som que os caras fazem é de responsa e a banda é formada por Danilo Fratangelo (vocal), Felipe Messias (guitarra), Tody (baixo) e André Hippolito (bateria).

ZEBARGES: www.myspace.com/zebargestoobigforlove   Essa banda é reincidente aqui na Sessão Malvadeza. Em agosto eu falei sobre o trabalho Putain D´Métal dessa banda de punk metal canalha francês. Se por um lado o trabalho lembrava o português Mata-Ratos, esse Too big for love... está mais para uma mistura das bandas A Coisa e A Baba de Mumm-Ra influenciados por Led Zepellin e Ramones. Tosco. E bom!

PRELLUDE www.prellude.com.br   Com mais de 10 anos de estrada o Prellude traz de volta aquele hard/heavy oitentista de bandas como Azul Limão, Harppia e Stress. Máquina do Tempo é um lançamento da Armadillo Records e é um daqueles discos que vai fazer aquele fã de metal mais saudosista cantar junto faixas como Viúva Negra, Fúria Calada, Fúria Cega, Estrada do Rock e Sanguessuga dos Sonhos [essa com refrão e backing vocals matadores!]. O Prellude é formado por Christian Lima (guitarra/vocal), Vinicios Kavrucov (bateria) e Marcelo Brito (baixo).

RETORT  www.k4.dion.ne.jp/~retort/    www.myspace.com/retortjapon    Punk fast hardcore japonês distribuído pela No Fashion HC Records, que está precisando dar uma atualizada no seu site. São 7 faixas em menos de 7 minutos do punk mais sujo e cru e anarquista japonês que você conseguir imaginar.

OS METEOROS http://www.myspace.com/bandaosmeteoros  A Valéria Sanguee, d´Os Meteoros mandou comentário informando que o novo endereço da banda é o myspace aí em cima. Mas o blogspot [http://osmeteoros.blogspot.com/] ainda está no ar.

SCRAZINADO ZINE # 1  priscyllaalves5@gmail.com    Zine da Pryscilinha com participações de Glauco Mingau, Segundo, Eládio Sá Teles, Junker, Lígia Benevides e Junior de Paiva, além das resenhas do Velho Rabugento. Textos, entrevistas e poesias matadores e de altíssima qualidade. Coisa fina mesmo. Você pode entrar em contato com a dona do bagulho pelo e-mail aí em cima. Como de costume, abaixo reproduzo a entrevista a mais nova zineira do pedaço fez com o Júnior de Paiva [Junior Dish], interventor urbano de Goiânia e que também colabora as Colunas Antissociais, na versão impressa do Dr. Gori

"SUB-ARTE: O muro que grita"

jdish

A intervenção urbana teve suas origens na Antiguidade Clássica, em Roma, quando cidadãos comuns escreviam com carvão (chamado de grafite) nas construções arquitetônicas da cidade, particularmente nos muros e nas catacumbas, palavras de ordem contra as arbitrariedades da política e profetizações. O grafite moderno surgiu com o movimento contracultural de maio de 68, nas origens do movimento hip hop quando jovens do Bronx se utilizavam de tintas em spray para escrever desenhos artísticos e frases de protesto.

Se alastrando pelo mundo, a intervenção urbana absorveu pessoas e criou vários guetos em Amsterdã, Berlim, Paris e Londres. Artistas como Jean Michel Basquiat (que usava o pseudônimo de SAMO), Ori Hilal, Keith Haring e Kimmy Scharf. Eles faziam de edifícios e fábricas abandonadas o suporte de suas ações diretas. Seus trabalhos chegaram ao Brasil em 1983 na XVII Bienal de Arte de São Paulo. Aqui influenciaram com sua arte marginal nomes como Alex Vallair,Martuck e Zaidler, que começaram a desenvolver fora das grandes galerias trilhas visuais de questionamento político e de belas imagens. Em 1985 esses mesmos nomes divulgaram seus trabalhos na XVIII Bienal.

A profetização e o protesto político abriram espaço para o questionamento contracultural, a manifestação apurou-se parindo novas técnicas como o stencil, a colagem, a aerografia e as instalações. A ação abre espaço para o debate público, livre, fora dos grandes e tendenciosos meios de comunicação direcionados para a massa. Política ou poética é a arte do povo que expressa a opinião da pessoa comum, nascida na periferia, marginalizada. Arte livre de qualquer censura, das mordaças, rápida e impactante.

Priscylla: Como você começou a trabalhar com intervenção urbana?

Junior Dish: Desde os meus 16 anos, quando eu tive acesso a um curso de grafite que estava sendo realizado pela Secretaria da Juventude do Estado de Goiás. Eu já tinha vontade de fazer, desde muito cedo, sempre achei que a arte é marginal. Escrevia em tudo, sempre achei que a cidade inteira e um bloco de papel. Então, comecei nesse curso de grafite não tendo idéia de Ada e desenvolvi algumas coisas que nunca achei que seriam úteis.

Que tipo de coisa? Acabei utilizando as técnicas que aprendi mais tarde na pichação e vandal art, escrever rápido com spray e canetão, a usar traços e linhas belas e suaves. Sempre procuro abordar temas que tenham a ver com frases ácidas, coesas e obscenas. Uso traços na imagem figurativa da mulher. Sempre procuro me lembrar de um traço que vi em alguma mulher... e depois passar ele para os meus desenhos, sempre a figura feminina como primeira pessoa, mulheres nuas, é claro.

E seus temas mais recorrentes? Uso temas que sei que irão constranger os espectadores, palavrões e sempre o non sense, política acho meio clichê. Mas eu ofendo e dou minha face para ser ofendida.

Você vai contra alguma corrente de intervenção urbana? Tem alguma coisa que te desagrada? Desagrada o fato da demarcação de território que a pichação utiliza. Para que isso? Não somos cachorros... É uma panela filha da puta isso, a arte marginal te liberta disso, você tem a liberdade de fazer o que quiser. Desde que não prejudique ou tampe o trabalho de um outro artista.

E qual sua impressão sobre a arte urbana?  A arte urbana é para fora das grandes galerias... A arte é verdadeiramente marginal, é instinto, lama, atitude, e tudo o que ela poder ser. Não há cidade sem a arte urbana, e também o mesmo sem a cidade. Então escreva o que quiser nas paredes dela. Você já fez isso quando era criança, ou se não, já deu vontade de fazer. A arte urbana nada mais é do que um instinto guardado dentro de você, de dizer que tu existe! Então piche, escreva o que você tem vergonha de falar, escreva fora da sua casa, nas paredes da sua rua, ônibus, na escola, e escreva o que pensa sobre tudo. Grite bem alto nos muros da cidade, e mostre o que a arte pode fazer com outras pessoas, sendo que já fez com você... o tornou art!"

Converse com o Júnior Dish pelo e-mail: juniordish@hotmail.com ou vá em http://badbrainmachine.blogspot.com/



Escrito por giulianohash às 15h34
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GILMAR

Depois do quebra-pau na Revista Mad protagonizado pelo Ota, a Panini lançou na semana passada o #8 da “nova fase” da edição. Comprei-a-a. Folheando a revista vi que por lá ainda permanecem feras como Xalberto, Amorim e Gilmar. Este último, dono de um humor dos mais finos que eu me lembro desde a minha infância. Bateu um saudosismo e fui dar uma fuçada no blog dele e vi que rolando uma promoção da coleção Tiras de Letra.

 

Tiras de Letra  é lançada pela Editora Virgo desde 2003 e se encontra na oitava edição. A coleção tem a “missão de mostrar a produção de tiras nacionais de humor atual, revelando talentos e destacando veteranos que por muitas vezes tem seus trabalhos publicados em nichos de trabalho de suas regiões’.  O lance todo é organizado pelo cartunista Mario Mastrotti, e se você é tirista amador ou profissional, entre em contato com o cara pelo e-mail: mmastrotti@uol.com.br.

 

Para você ter uma idéia, a sétima edição teve conta com 243 tiras de 25 autores de 6 estados. Quanto à promoção que tá rolando, cada edição custa $ 13, e o e-mail você manda para o próprio Gilmar: alogilmar@uol.com.br. Vale a pena.

 

De brinde vai aí duas tiras do cara sobre relacionamentos.

 

 

 

 

 Visite o blog: http://gilmaronline.zip.net

 



Escrito por giulianohash às 11h04
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Sessão Malvadeza

 

 

FÍGADO KILLER http://www.myspace.com/figadokiller

Fígado Killer lança de forma independente seu primeiro trabalho Inferno Termas Prive. Influências pornográficas, alcoólicas, jogatina, motoqueiras, butequeiras e tudo mais de podre e sujo que você conseguir imaginar. Musicalmente falando as influências são Motorhead, AC/DC, Zumbis do Espaço. e Matanza. Coisa fina.

 

OS MALTRAPILHOS http://www.myspace.com/osmaltrapilhos

Mais punk rock consciente no segundo trabalho d´Os Maltrapulhos. Descaso possui 13 sons, sendo um cover do Lixomania e outro do Dezakato à Autoridade. Daí já rola uma idéia de como é o som dos caras, que está cada vez mais parecido com Cólera da época do Tente Mudar o Amanhã misturado com alguma coisa da Epitaph. O cd foi lançado pela GBG Discos.

 

VÓ DELMIRA www.vodelmira.com.br

Esse foi surpresa! Depois de arrebentar o underground goiano ao lado d´Os Canalhas e Os Gays alguns anos atrás, Carlão e seu Vó Delmira ressurgem com esse primeiro cd financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura. São 17 sons de escracho influenciados por Joelho de Porco,  Raul Seixas, Little Richard e Chuck Berry. O cd é auto-intitulado e o destaque vai para Laura Carioca.

 

OS METEOROS http://osmeteoros.blogspot.com

Primeiro trabalho auto-intitulado e lançado de forma independente por uma galera veterana que montou Os Meteoros em 2006. Não dá para definir o som, mas a banda se define assim: “Do dada ao punk, nossas referências são inúmeras. Certamente quem não ouviu MC5, The Cramps, Thee Headcoatees, Billy Childish, The Sonics, Frank Zappa, Joelho de Porco, Kraftwerk, The Fall, Os Mutantes, Made in Brazil, Bauhaus, Walter Franco, Dead Moon, Raulzito, música brasileira... enfim, sons que estão na nossa vida há 20 anos, não nos entenderá.”

 

EXCOMUNGADOS ANTI TRIBUTO  excomungados@ig.com.br 

Tributo com 22 bandas à banda que se intitulava “a pior banda do mundo”. Nomes como Mukeka di Rato, Pé Sujus, DZK, Abajur Cor de Carne, Jeovah & Os Meteoros, Patife Band e H Joe [esses dois últimos são os melhores], em músicas como Droga da TV, Esgoto Vida de Operário e Só Penso em Matar. Lançado pela Corsário Discos [que não tem endereço eletrônico], o tributo e os outros cds dos Excomungados podem ser encontrados no Sebo "Garimpo Cultural" do vocalista da banda, Praxedez (Xinez), pelo telefone (11) 3064-1483 ou indo diretamente no Sebo, localizado na Rua Lisboa, 574 - Pinheiros (esquina com a Praça Benedito Calixto) , São Paulo-SP

 

FECALOMA ravacholpunkrock@hotmail.com

Chegou também às minhas mãos esse Trangredir por transgredir, do Fecaloma. Não dá pra saber a época do lançamento, mas em algum lugar do encarte se lê: “Fecaloma, final do século XX”. Pela sonoridade suspeito que seja do começo da década de 1990, até porque esse foi o primeiro cd da banda. Os outros são Rebelião Adolescente e Ocupar e Resistir, além de terem participado da coletânea SP Punk vol. 2 (1997). O cd tem 17 sons que remetem ao Vírus 27, sendo que os dois últimos foram gravados ainda na década de 1980.

 

 

"O grupo de punk rock Fecaloma surgiu nos estertores dos anos 80, mais precisamente em 1989. Formado por Jean, Moicano e Neno, moleques que mal entravam na adolescência e como toda uma geração viviam sob um instável equilíbrio de armas nucleares. Na época, o trio ensaiava com instrumentos precários: um violão com três cordas; um baixo Tonante e uma bateria industrial feita com panelas, latas e um galão de gasolina. Desastrado, como uma autêntica banda punk, o Fecaloma, quando estava no lugar certo não estava na hora certa; quando estava na hora certa, o lugar é que estava errado; e mais freqüentemente não estava nem na hora certa nem no lugar certo. Restava então ao grupo mudar mundo! Porém, jamais alguém poderia saber o que se passava por atrás da “cortina de ferro”, e quando o muro caiu os reacionários anunciaram entusiasmados o fim das utopias. Nos anos de 1993, a banda muda de formação, agora fazem parte dela Jean, Sérgio e Fábio, e desta vez o grupo passa a tocar com guitarra, baixo e bateria de verdade, além de continuar sonhando em mudar a ordem das coisas. Mas, diante da apatia de uma juventude que, órfã de uma esperança, ficava ao relento das ruas esperando os dias passarem, ora empurrada ao crime, ora, ao subemprego, o Fecaloma lançava o lema transgredir por transgredir. Isto é, se o socialismo autoritário e científico desmoralizou os anarquistas acusando-os de “utópicos” e, por sua vez, a história, pedra angular de seu argumento, agora o desmoralizava, a utopia era a única coisa real que podia haver, ainda que não fosse ciência, aliás, esta mesma autoritária. Atrás da aparente redundância do lema, escondia-se um conteúdo de rebelião adolescente, que significava assombrar o mundo com a negação de todos valores e estruturas do Ocidente e Oriente. Sim, a banda lançava a tese de que só os adolescentes podem mudar completamente as coisas, pois não têm o pessimismo cristalizado dos adultos nem sua ignorância sensata. Não basta mudar a economia, tem de virar tudo do avesso, porque a ordem não é senão a expressão da desordem e desordem, a ordem. Contra o conformismo dos adultos, a indignação e inconformismos de punks e afins. No entanto, a verdadeira adolescência não é uma questão de idade nem tampouco de mercado, roupa, comportamento etc., mas de espírito, de rebeldia. Nos anos 2000, não é mais a ameaça atômica que ronda nossas noites de insônia, mas o cataclisma ambiental e colapso social. A bandeira negra volta a tremular com força, como única alternativa de mudanças, e o Fecaloma grava o seu terceiro CD “Ocupar e Resistir”, e se apresenta com uma nova formação: Jean (o Fecaloma histórico ou pré-...), Gabriel, Maycoln e Chu."


CONTATO (11) 3241-4152 - Gabriel

 



Escrito por giulianohash às 12h21
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DOWN UNDERGROUND

Isso...

...e tudo mais que você sempre sonhou em: http://downunderground.blogspot.com



Escrito por giulianohash às 17h11
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RIMAS INVENCIBLES

http://rimasinvencibles.blogspot.com/



Escrito por giulianohash às 10h18
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Mais malvadeza chegando...

 

IMMINENT CHAOS: http://www.myspace.com/imminentchaos

A banda do ABC paulista divulga seus trabalhos: Corrosion of Human Essence, cd com 13 faixas brutais e de pura violência lançado pela Back on Tracks Recs. Divulga também Son de Los Diablos, um 12” vinil split com a banda Nieu Dieu Nieu Maitre, este lançado pela Filth-Ear Distro, da Bélgica.

 

ARMAGEDON: http://www.myspace.com/armagedom

Banda clássica de deathcore paulista formada ainda na década de 1980 lança pela Absurd Records o cd Sem esperanças, verdadeira ode ao desespero distribuída em faixas como Vingança, Suicídio, Sem controle, Medo do amanhecer e Viver ou morrer. A banda está em turnê pela Europa, devastando ouvidos em países como Finlândia, Áustria, Itália, Alemanha e República Tcheca.

 

VISÃO UNDERGROUND ZINE: http://www.myspace.com/visaoundgzine

O Visão Underground Zine lança em parceria com a Ceremonial Mag/Prods a compilação Annihilator Until the Death Vol. 1, com 18 bandas de thrash/death/black metal. Entre elas estão Sacrilegious Salacious e Maleficarum, ambas do Ceará, Incinerated Clitorial Region, do Sergipe, e ainda a panamenha Equinoxio. Entra no myspace ou manda um e-mail para o editor Elton Lima pelo seguinte endereço: visaoundergroundzine@gmail.com.

 

CRUSH THE CROSS ZINE: crushthecross666@yahoo.com.br

Edição #7 do zine paraense Crush the Cross, em formato A4 contendo 16 páginas. Entrevistas com Predator, Tempestilence, Ave Lúcifer, Inferno Nuclear e Methodic. Resenhas de demos, cds, zines e LPs. Entre em contato com o Samir Souza pelo e-mail ou pelo endereço: Conj. Cohab, Gleba 3, Trav. 1, nº 121, Castranheira, Belém/PA. CEP 66645-880.

 

AVISO FINAL ZINE: http://www.fotolog.com/aviso_final

Edição #23 do zine Aviso Final, publicado pelo Renato Donisete em São Caetano do Sul/SP. Entrevista com Zeferina Bomba, Excomungados, Grinders, resenhas de cds e zines. Formato A5 contendo 12 páginas. Quem estiver a fim de mandar material é só escrever para: Caixa Posta 1035 São Caetano do SIl/SP  CEP 09561-970  ou e-mail: avisofinal@cebinet.com.br.

 

Abaixo reproduzo entrevista com o Grinders, banda seminal do hardcore brasileiro.

 

O GRINDERS É O CRIADOR DO ESTILO SKATE ROCK NO BRASIL. FUNDADO EM SANTO ANDRÉ, NO ABC PAULISTA, ESTÁ PRESTES A TAMBÉM COMPLETAR 25 ANOS. SOBRE ISTO E MUITO MAIS CONVERSAMOS COM O VOCALISTA POBREZA.

 

 

 

AVISO FINAL: Vocês surgiram em 1984, qual a diferença de panorama na música, atitude etc., você vê depois de quase 25 anos?

POBREZA: No Grinders, desde a primeira formação aconteceram várias mudanças de integrantes, e cada um que entrava colocava suas influências, e nessas a banda evoluiu em termos de som em nossas composições, amadurecemos em termos musicais, nas elaborações etc., tentando nunca sair do estilo que ajudamos a criar, que é o skaterock/hardcore e termina no thrashmetal. A diferença na cena de 1984 para 2008: acreditamos que hoje as coisas andam, e andam muito mais rápido, e que existem muito mais gente participando, curtindo, ouvindo, indoem shows, tem Internet, vários equipamentos e instrumentos aqui no Brasil etc., e isso tudo ajuda.

 

AVISO FINAL: Existe algo preparado para comemorar os 25 anos de Grinders? Você têm algum projeto para lançar um dvd, cd, etc? Qual a formação atual da banda? Você tem contato com os ex-integrantes?

POBREZA: Para comemorar os 25 anos ainda não pensamos, mas temos vontade de lançar um cd 2008 com 12 músicas inéditas, e na seqüência queremos lançar um cd com as músicas antigas, tipo “Eu não sou break”, “Puta vomitada”, “Destrua um monstro nazista”, “Ruas de Soweto”, etc.,. nas versões atuais, como tocamos hoje e um dvd com vários depoimentos da galera, skaters, rockers, amigos, ex-Grinders, etc. Como um dvd/documentário com várias músicas e cenas de backstage de shows, as gravações em estúdios, sessões de skate com os veios e molecadas nas ruas, mostrando sempre o lado “for fun” do esporte, os racha coco etc. Isso tudo é querer, vamos ver se vai rolar. A formação da banda hoje é: Renan (bateria), Cisco (baixo), Nitro (guitarra) e Pobreza (vocal). Os ex-grinders tem muitos sempre presentes e tem outros que sumiram.

 

AVISO FINAL: A banda deu uma parada por volta de 1992 e voltou em 2000. Porque pararam e o que motivou a volta?

POBREZA: Em 1991 houve um tipo de blackout Collor de Melo, várias gravadoras e picos de shows fecharam e com isso várias bandas acabaram. O Grinders estava prestes a gravar um disco novo e tudo parou. Sem espaço e sem motivação a banda também parou de 1992 a 1997. A gente só ensaiava para desenferrujar. Em 1999, a banda se uniu para uma possível volta à convite do Renato Martins para lançar o primeiro disco da banda em cd. Fizemos o lançamento desse cd abrindo o show do Marky Ramone & Thr Intruders com a formação original, a partir disso voltamos a cena.

 

AVISO FINAL: Como surgiu a oportunidade de gravar o split com o Zumbis do Espaço?

POBREZA: Tudo para economizar din-din... e lógico, os caras dos Zumbis do Espaço são nossos amigos e estavam no mesmo estúdio gravando e tudo levou a esse split.

 

AVISO FINAL: Você sempre teve uma ligação muito forte com o skate. Você ainda anda? Comente sobre a sua loja, sua parceria com a Urgh etc.

POBREZA: Eu ando de skate desde 1976, e os integrantes originais também. Eu já tive a época de participar de campeonatos etc. Foi através do skateboard que eu conheci o punk rock. Pra mim é tudo uma coisa só, skate e música sempre esteve presente em minha vida. Ando de skate nas horas que dá, pois hoje tenho família, loja, filhos etc. Tenho que me dobrar para poder fazer as paradas rolarem, mas sempre foi assim, tudo muito difícil. A loja Brigade Skate Shop é um sonho realizado, pois sempre tive a vontade de ter a minha de skates. Somente skateboards, e junto com a minha esposa abrimos em Santo André, numa rua que na década de 1980 havia uma loja, a Força Local, onde eu conheci muita gente do skate e comecei a competir no vertical. A Urgh entra nessa história logo no começo, o Jorge Kuge, dono da marca, é que ajudou a colocar o nome Grinders na banda. Hoje a marca nos apóia/patrocina e essa parceria vai longe.

 

AVISO FINAL: Escutando o LP que saiu pela Ataque Frontal em 1985, as letras continuam atuais, inclusive Puta Vomitada (risos). O que você acha disso?

POBREZA: São coisas que ainda acontecem: políticos ladrões, frustrações, corrupção, descasos, bebedeiras, e isso tudo ainda dá uma puta vomitada!!!!

 

 

Coletênea Ataque Sonoro, que saiu pela Ataque Frontal (1985). O Grinders saiu com as faixas Skate Gralha e Como é que pode. O disco é considerado, ao lado do Sub e O Começo do Fim do Mundo, um clássico do punk brasileiro. A coletânea ainda vinha com RDP, Cólera, Garotos Podres, Lobotomia e Armagedom.

 

AVISO FINAL: Qual é a relação da banda com a Internet? Você se utiliza Del para divulgar o som do Grinders?

POBREZA: Sim, usamos, e quem não usa? Acho que isso de baixarem músicas da banda ou outras é bom para a divulgação. Hoje é assm que sta funcionando, é só acelerar que as coisas acontecem. Quem mandou inventarem essa porra!!!

 

Contato: http://www.myspace.com/grindersskatepunx

 



Escrito por giulianohash às 16h53
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Abaixo, reproduzo a entrevista com Dave Phillips, que veio no catálogo impresso da Absurd. O cara é meio cabeção, mas vale a pena ler e conferir o trabalho. Essa é a versão completa.

 

DAVE PHILLIPS

 

Entrevista por: Marcelo R.Batista

Revisão: Georges Kormikiaris

 

Dave Phillips foi membro fundador do quarteto suiço Fear Of God, mas desde 1988, Dave Phillips seguiu seu próprio caminho atuando no cenário avant-garde do noise eletrônico como artista solo ou participando de outros grupos e projetos como Schimpfluch-Gruppe, OHNE e Dead Peni. Recentemente “The Hermeneutics of Fear of God” foi lançado pela Absurd Records em Lp e Cd. Dave nos concedeu essa entrevista, espero que gostem!

 

 Capa de The Hermeneutics of Fear of God

 

Olá Dave! O “The Hermeneutics of Fear of God” acaba de ser lançado aqui no Brasil, você esta satisfeito com o resultado final? Algum comentário?

Estou muito contente com esse lançamento! Tudo saiu legal! Claro que existem sempre alguns detalhes que poderiam ter ficado melhor, mas eles são menores, estou extremamente feliz com esse lançamento!

 

Vejo que você toca ao vivo com freqüência e, o melhor, em quase todos os lugares! Como você consegue arrumar esses concertos e principalmente esses em países como Coréia, China e Lituânia?

Normalmente começa com o interesse de alguém de um dado país em uma performance minha. Freqüentemente são eventos do tipo festivais que se oferecem também para pagar pela viagem e pelas despesas, mas como eu não gosto de viajar longe só pra uma gig, tento, então, agilizar outras gigs nas imediações. Se essas gigs extras não puderem cobrir as despesas com a viagem, posso pedir para uma entidade de financiamento (normalmente o “conselho suíço de artes”, uma organização que promove a cultura suíça) para custearem minhas viagens, o que me permite tocar ainda mais gigs, freqüentemente de graça. Mas eu mesmo faço todo o trabalho da organização dos eventos.

 

Você acha que poderia tocar no Brasil uma hora dessas? Se sim, o que o público brasileiro poderia esperar de uma performance sua, poderia descrevê-la?

Essa é certamente uma possibilidade, aliás, a América do Sul é um lugar onde nunca estive e estou ansioso pra tocar aí. Eu faço diferentes tipos de performances, mas a que mais apresento é uma de ação física onde eu desenvolvo uma transformação humanimalística usando os sons do corpo, voz, objetos e efeitos. Isso é acompanhado de uma exibição em vídeo extremamente crítica do consumismo atual e dos sistemas de valores sociais correntes, o que permite outras maneiras de compreender os pensamentos e os sentimentos que eu tento transmitir com o meu trabalho. Essa performance é emocional e fisicamente intensa e “direta”, mas também algo intima.

 

Falando a respeito do disco, como você descreveria melhor o “The Hermeneutics of Fear of God”, ele é mais um álbum do Dave Phillips ou as pessoas podem considerá-lo um álbum do Fear of God também?

O “Hermeneutics...” é muito mais um álbum meu. As fontes sonoras que usei nesse disco, no entanto, são todas exclusivamente de gravações do Fear of God, sendo assim, essa é uma forma de homenagear essa banda, uma re-interpretação, uma descontrução e uma reconstrução.

 

Agora um pouco sobre o Fear of God, a banda acabou e você escreveu um “felizmente” na contra-capa do LP. Qual é de fato o sentimento? Você realmente acha que nunca estarão juntos novamente depois daquela reunião de 2003?

Foi um erro reformar o Fear of God, em 2003, já que não era a formação original. Erich e eu estivemos mais ou menos em contato por todos esses anos e nós dois tínhamos a chama ainda acesa dentro de nós mas levou um tempo pra compreendermos que isso, caso fosse possível, só poderia ser alcançado com os membros originais. Dizer que o Fear of God acabou definitivamente não significa necessariamente que não vamos nos juntar novamente como banda — só não se chamará mais Fear of God.

 

Você poderia descrever ou falar um pouco de sua música assim como de seus outros projetos? Sei que algumas vezes você usa som de insetos como fonte para construir os sons, como é isso?

Bom, não é tão fácil… Em primeiro lugar, eu pesquiso e reflito sobre a existência, os comportamentos e os sistemas de valores, de uma maneira que, na maior parte do tempo não científica, poderia ser chamada de humanimalística, mas também terapêutica — é uma necessidade interior que tenho. O som é minha linguagem preferida e, portanto, meu principal catalisador. Eu busco e tento instigar a melhora, uma sintonia dos sentidos, uma ampliação da consciência, um processo de aprendizagem. Isso inclui também uma forma de liberação, uma catarse — uma liberação que se opõe à onipresente redução da existência, uma liberação que deseja deixar de lado os arranjos, os constrangimentos e os valores artificiais. Meu trabalho é, basicamente, uma voz que grita por consciência, por estar alerta e por mudança.

Isso se exprime de diferentes maneiras. Uma, minha “ação-ao vivo” descrita anteriormente. Outra, os trabalhos de gravação de sons da natureza que faço e que se baseiam na pureza dos sons da natureza é, definitivamente, um tributo à mãe-natureza e a todos os seus habitantes. No entanto, isso também inclui um aspecto crítico no sentido de que percebo a existência natural e todas as formas de vida como entidades em desaparecimento e não apenas aquelas que não valorizamos ou respeitamos o suficiente, mas também aquelas que iremos descobrir como muito preciosas quando tiverem desaparecido.

Depois disso, também toco um projeto solo chamado “dead peni”, que rende um tributo aos meus companheiros da vida toda, o punk e o metal. Esse projeto inclui baixo elétrico, uma bateria eletrônica e fitas pré-gravadas. Uma demo em CDr foi lançada em 2005 e o primeiro disco deverá sair até o fim deste ano.

Além disso, tenho várias colaborações em andamento, por exemplo, com G*PARK, PHROQ, Antoine Chessex, Randy Yau e outros, sem esquecermos do trabalho contínuo com meu companheiro no selo Schimpfluch, RUDOLF EB.ER (a.k.a. Runzelstirn & Gurgelstock). Desde março, toco baixo em uma banda, ainda não temos nome, e tocamos um estilo de hardcore crust/black metal do tipo clássico.

 

Você ainda ouve alguma coisa de hardcore, metal ou noise? Quais são seus favoritos? Se não, o que você costuma ouvir hoje em dia?

Eu ouço todo tipo de som… Tenho um forte gosto pelo amplo e infindável espectro de “ruído” abstrato, psicótico, bizarro, estranho, fodido e esquisito que existe por aí; também gosto de música erudita contemporânea, tanto a mais recente, quanto a primeira geração; amo música estranha obscura e perversa, canções antigas tradicionais e de verdade; também gosto de alguma coisa pop, se é autêntica (o que é sempre algo muito subjetivo) e também sou grande fã de música de trilha sonora, mas sempre ouço punk/hardcore e metal. Meus favoritos de todos os tempos? Uh… Rudimentary Peni sempre acabam comigo, mesmo o material novo. Eu adoro Corrupted, Die Kreuzen, Amebix, Cyanamid, Siege, Swankys, Crucifucks, o velho hc escandinavo, japan-core, Swans, Big Black, Venom… putz, a lista de “favoritos clássicos” é interminável e envolve muitos outros estilos também (Nurse With Wound, Foetus, Laibach etc.). Tenho redescoberto muita coisa punk velha tipo The Dicks, The Germs e Saccharine Trust. Ouço coisas mais recentes de vez em quando mas não muita coisa se sobressai, talvez Bolz’n, Devourment, Massgrav, Gallhammer, gosto muito de black metal tipo Sortsind, mas como disse, essa lista pode continuar pra sempre e eu estaria apenas mencionando a ponta do iceberg…

 

Como é ser vegan por tanto tempo? Você ainda é um ativista e o que poderia falar para quem começa agora?

Para mim, sempre foi algo que eu sentia dentro de mim, como saber que era uma coisa da qual eu não queria fazer parte, ou ter a menor participação possível, em outras palavras, a exploração da natureza e o uso desperdiçador dos nossos recursos naturais — evitar produtos animais é apenas uma das maneiras de conseguir esse objetivo. Se você chama isso de vegan, isso pode dar um nome para essa atitude, mas pra mim isso não inclui a extensão toda do que os meus sentimentos expressam e, tomara, do que os meus atos significam. O meu ativismo, até onde se possa chamá-lo de ativismo, é expresso por meio do que está presente na minha música, no meu trabalho e, assim, na minha vida diária. Como começar? Siga os seus sentimentos e não se esqueça da sua mente.

 

Certo, a entrevista foi curta mas espero que agradável, algo mais que você gostaria de dizer?

Obrigado Marcelo por essa oportunidade e grato novamente por sua fantástica investida no lançamento do “hermeneutics”! Te desejo tudo de melhor e espero te conhecer um dia. Qualquer pessoa interessada no meu trabalho pode visitar meu site: www.tochnit-aleph.com/dp (que está em um processo de reformulação



Escrito por giulianohash às 14h16
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ROCTOBER MAGAZINE

Recentemente comecei a corresponder com o Roctober Magazine, superzine editado por Jake Austen, de Chicago [USA], e que já se encontra em sua 44ª edição. Traz como temas principais matérias com diversos artistas negros, hard rock, punk, comix aos montes e muitas histórias do underground da cidade que já foi dominada pela rede de prostituição, jogos ilegais, contrabando de álcool e extorsão de Al Capone e sua gangue.

 

O zine é lançado desde 1992 e a primeira edição tinha apenas 16 páginas e trazia em suas primeiras páginas gente como L7 e Jerry “Iceman” Butler, e em sua última edição, publicada em 2007, traz nomes como Blue Cheer e James Brown. Entre as outras edições já passaram nomes como Sammy Davis Jr., Chuck Berry e Blue Oyster Cult. Fiquei surpreso vendo os conteúdos número a número que um dos colunistas do zine, Brian Mier, escreveu sobre a Xuxa[!] no #26 e sobre A Turma do Balão Mágico[!!] no # 31. Vai entender.

 

 # 1 [1992]

 

 #44 [2007]

 

Como conseguir uma edição impressa dessa pérola é necessário desembolsar U$ 8,00 + despesas postais, vai acompanhando pelo site mesmo www.roctober.com, em especial nesse link http://www.roctober.com/roctober/blackpunk1.html, em que os caras fizeram uma lista do cacete intitulada Black Punk Time: Blacks in Punk, New Wave and Hardcore 1976-1984, divida em quatro partes.

 

É uma lista com pequenas bios de pessoas e grupos negros que fizeram parte do movimentação punk nos seus primórdios. Entre centenas de nomes estão Bad Brains, Neneh Cherry, Todos Tus Muertos, Fishbone, Don Letts, Basement 5 e até Ice T & Body Count. Vale a pena conferir.

 

Além do site você também pode entrar em contato ou enviar material para o pessoal endereço: ROCTOBER MAGAZINE 53rd Street #617, Chicago, IL, 60615, USA – A/C Jake Austen.

 



Escrito por giulianohash às 16h01
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WC MASCULINO

 

“Após 3 anos de divulgação assídua do bem recebido split com os thrasheiros do Sociofobia, nós, malandros da WxCxMx ouvimos What Happens Next e Municipal Waste demais, convivemos rotineiramente com o Tinhoso e finalmente gravamos novos hits satânicos. 10 sons novos, um cover e uma roupagem mais crossover. Sim, o Spike Cassidy mudou nossas vidas. Os sons sairão em um 3 way, ao lado da também goiana, porém morta AGAINST, e dos holandeses loucos do SLAPENDENHONDEN. Disponibilizamos dois sons no myspace, sendo um, uma sequência de três em um. É tipo pout pourri, fique atento para não se perder, hehe. Espero que gostem!”

 

Não sei quem escreveu o texto porque os caras são toscos, mas os 2 novos sons matadores estão em http://www.myspace.com/wxcxmx



Escrito por giulianohash às 12h35
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SÓ DEU GENTE FINA

Saudações Terráqueos,

 

Estou voltando às atividades musicais do Dr.Gori, pois apesar da greve dos Correios tem chegado material bacana às minhas mãos. Para quem quiser ir conhecendo pessoas da melhor estirpe do mundo underground , vai aí alguns endereços da galera gente fina com quem eu tenho entrado em contato.

 

CAUSE OF DEATH ZINE: http://causeofdeathzine.blogspot.com

Feito pelo camarada Fernando Aquilini de Tocantinópolis-TO. Blogzine anarquista bastante ativo que traz bandas, textos, gigs, resenhas e distros. Visite o link Malditos Textos Brasileiros.

 

DISTORÇÃO ZINE: http://www.myspace.com/distorcaozine

Pelos pelos atores de novela mexicana Fernando Nandolfo e John Gomes, do Espírito Santo. Primeira edição do fanzine capixaba no melhor estilo faça você mesmo.

 

LUIZ CESAR PIMENTEL: http://www.myspace.com/luizcesar

Jornalista que dirigiu a extinta Revista Zero, agora trabalha no UOL e escreve sobre música para revistas como Sexy e Superinteressante. Fã de rock independente, Slayer e Manowar. Manda sua demo para o cara, porque se ele gostar vai resenhar.

 

DEADLY CURSE: http://www.myspace.com/deadlycurse

Banda goiana com toques do que há de melhor no metal extremo e frases melódicas bastante influenciadas por Iron Maiden. Lançou recentemente sua demo auto-intitulada pela TBonTB com 4 sons. “Porque banda de metal que não escuta Iron Maiden não presta!”

 

INCINERADOR: marconi_arcano@hotmail.com

Banda porto velhense de metal extremo com influências fortes de Black Sabbath. São 5 sons e o cd lançado de forma independente se chama Exterminando os ciclos da hipocrisia. Você pode entrar em contato com o Marconi pelo endereço: Rua Barbosa n. 2200 Cohab Floresta I, Porto Velho-RO – CEP 78911-230.

 

CONSTANTE ESTADO DE MEDO: http://www.myspace.com/constanteestadodemedo

Banda mineira de Juiz de Fora que encontrou uma forma barata e eficiente de divulgar sua demo intitulada Mais forte que nunca, com 5 sons do mais puro NYHC. Lançado e distribuído pela TBonTB e Podreira Distro.

 

VICTIMS: http://www.myspace.com/victims 

FROM ASHES RISE: http://www.myspace.com/fromashesrise

Split matador dos Victms [Stockholm/Suécia] e From Ashes Rise [Portland/EUA]. Porrada até mandar parar. Não dá pra saber qual é a melhor. Distribuído pela Bucho Discos [www.buchodiscos.kit.net] com Alexandre.

 



Escrito por giulianohash às 11h01
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BASPHEMICOM

 Overkill, Torment and Agony

Tem mais gente mandando material pro Dr. Gori. Dessa vez foi o pessoal da banda blac/thrash BLASPHEMICOM, de Mococa/SP, divulgando seu debut demo "Overkill, Torment and Agony", e segundo o batera da horda, Al Hellcaptor, já foi lançada há algum tempo e o pessoal tem trabalhado firme na divulgação do material. Quem estiver a fim de entrar em contato com os caras manda um e-mail para blasphemicom@gmail.com ou ainda pode mandar correspondência: A/C Aloísio B. M. Silva - Rua Visconde do Rio Branco, 983 Centro, Mococa/SP 13730-250.

Junto veio material de divulgação da Mountain Distro que está distribuindo o mais pútrido black metal produzido no Brasil. Entre os trabalhos divulgados estão a compilação "Ataque aos Seguidores do Porco" com as bandas: Seges Findere, Cryptci Lorn, Morbid Symphony, Soul Devourer, Choronzonic, Mesemon Ecrof, Necrowar, Ritual Negro, Valheron. Ave Lucifer, Pgan Throne e Eighteenth Angel, além dos trabalhos do Dark Lord (RS), Asaradel (MG), Soul Devourer (RJ), Cryptic Lorn (RJ) e Gradus Pentalphae (RJ). O contato da Mountain é Cx. Postal 79924 Nilópolis-RJ, CEP 26510-971 c/ Edson Teixeira - (21) 8147-3204 - moutaindp@hotmail.com.



Escrito por giulianohash às 14h53
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